quarta-feira, 28 de março de 2012

O Homem Demonio

                                                                O Homem Demonio
No certão, de onde vem as melhores lendas do mundo!, Vivia-se um velho. Dizem que este velho morava sozinho, e com uma depressão estampada no olhar, triste e sombrio. Este homem tinha um filho, um homem bonito, charmoso, com uma sorte imensa!, pois foi o unico a conseguir namorar a filha do coronel Padilha, um coronel conhecido por ter matado 6 fazendeiros que se apaixonaram pela bela moça, e conhecido tambem por ter dinheiro e ser um cabra muito brabo!(é bravo na verdade). O homem filho do velho depressivo, não gostava do pai, e sempre reprendia o senhor por ser velho, e não poder enxergar.
Certo dia, foi anunciado que haveria um arrasta pé na fazenda do padilha, e os convites eram entregues aos seus destinados convidados, com o nome, e aassinatura do coronel.

 Assim eram convidados os escolhidos pelo coronel Padilha. Dizem que muito tempo atrás, o velho trabalhou por muito tempo com o coronel, e dizem que um certo dia, o senhorzinho deixou a casa de Padilha ser assaltada por homens da cidade, e foi demitido e sofreu um tumor nos olhos causado por um golpe do Homem.
Eram hora do arrasta pé!, mulheres, homens, se juntavam para passar a noite toda na fulia regada á bebidas e churrasco. O belo homem formoso e atraente chegou na festa. Com belos trajes, ele parecia não se divertir, e parecia com pressa, olhando o relogio o tempo todo, o filho do velho estava aparentemente nervoso.
Com o passar do tempo, ele foi ao banheiro, trancou a porta e se olhou no espelho..passando as mãos no cabelo e tremendo, ele olha para o espelho e diz:
-é hora da vingança!
O homem começa a passar mal, e se agitar de maneira que suas veias pulavam!, seus sapatos sairam de seus pés, formando patas de bodes, seus cabelos cederam em um certo lugar formando chifres de bode, seu corpo foi se enchendo de pelos escuros!, suas mãos grandes fortes, quebram os espelhos e esmurram a porta quenbrando-a em pedaços.
As pessoas veem o proprio diabo saindo do banheiro e se apavoram, correm gritam..O coronel padilha avista o monstro e corre em busca de uma espingarda, pois ele sabia quem era a aberração chifruda. O diabo corre em direção ao coronel e o golpeia com uma cadeira o arremaçando contra uma arvore!, as pessoas jogavam pedras, paus, brasas quentes contra o monstro, mas de nada adiantava. O coronel padilha tentou gritar o nome de quem poderia ser o diabo, mas não adiantou, quando ele ia gritar o nome do filho do velho, o diabo enfiou seus chifres nos olhos do coronel e arrancou seus olhos. As pessoas apavoradas lançavam objetos contra o demonio, que saiu correndo mata á fora.
No dia seguinte, o Diabo em forma humana vai até a casa do velho, onde eles teem um dialogo. O velho sentado numa cadeira, fumava um belo charuto quando o Homem seu filho chegou.
-Pai?- disse o homem.
-O que voce quer?- disse o velho.
-Eu trouxe um presente para o senhor. Disse o homem segurando uma caixinha onde continha os olhos do Coronel.
-Eu sou muito feliz sem meus olhos meu filho.- Disse o velho, rolando uma lagrima nos pobres olhos.
-Eu sabia! voce é um velho desgraçado! tem que se ferrar mesmo!
O homem derruba o velho da cadeira e os dois traçam uma briga. O velho com um canivete entra na mão com o filho. O filho com uma faca se lança contra o pai, o velho segurava nas mãos agua benta e lançou contra o corpo do moço, que se ardeu.
Vendo que estava sendo ameaçado pelas forças do pai, o Diabo em forma humana se agarra no pescoço do velho e o prende contra parede!, com um chute no estomago, o velho cai no chão..aproveitando da situação o Filho o golpeia com uma cadeira o velho não resiste e morre. O filho se diz obrigado a matar o pai, que ameaçou revelar sua segunda forma para todos. O filho sai de casa e deixa o pai caido no chão. Voltando para o Enterro do Coronel, o Homem diabo limpa os olhos e num passe de misteriosidade ele se cura dos ferimentos. O coronel teve o rosto coberto.No enterro foram feitas orações, o qual fez o Diabo sair de dentro da sala da casa. Logo eles encontrariam o velho morto, e a tristeza se repetiria novamente.

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